2 de agosto, 2021

1º a 7 de agosto: Semana Mundial do Aleitamento Materno

A Semana Mundial do Aleitamento Materno (SMAM) ocorre em 120 países de 1º a 7 de agosto e é um ótimo momento para lembrar a importância da amamentação tanto para a mãe quanto para o filho.

Quando o assunto é leite materno, é importante lembrar que ele é o alimento mais completo para o bebê, já que atende a todas as suas necessidades até o sexto mês de vida.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a amamentação reduz em 13% o risco de mortalidade até os cinco anos de idade.

Outro ponto que deve ser lembrado é que o aleitamento não é importante apenas durante a infância; os benefícios para quem foi amamentado são sentidos até a vida adulta.

Ela ajuda na formação do sistema imunológico e previne contra diversos problemas, como:

– Infecções;- Diarreias;- Doenças respiratórias;- Alergias;- Otites;- Intolerância ao glúten;- Reduz a ocorrência de cólicas;- Protege e prepara o intestino frágil do recém-nascido;- Ajuda no desenvolvimento correto da arcada dentária, prevenindo problemas na fala;- Diminui as chances de sobrepeso e obesidade;- Reduz o risco do desenvolvimento de diabetes tipo II, hipertensão e colesterol alto;- Entre outros benefícios.

A amamentação é um imperativo de saúde pública que também precisa ser protegido. É hora de informar, articular, engajar e potencializar ações para proteger a amamentação em todos os níveis.

Ações para 2021

Desde a sua criação, em 1948, a OMS tem ações voltadas à Saúde da Criança, na tentativa de reduzir a mortalidade infantil.

A SMAM 2021 se concentrará em como a amamentação contribui para a sobrevivência, saúde e bem-estar de todos, e o imperativo de proteger a amamentação em todo o mundo.

É hora de informar, articular, engajar e potencializar ações para proteger a amamentação em todos os níveis.

Como as mulheres devem se preparar para a amamentação durante a gravidez.

Ao longo da gestação, o próprio corpo se encarrega de deixar a mama pronta para a amamentação. Uma série de hormônios atuam para cuidar de tudo. Eles são os responsáveis por escurecer a auréola (o que ajuda a tornar a região mais resistente). Há também glândulas específicas que aumentam a lubrificação natural da pele, deixando-a hidratada e protegida.

É comum que amigas e familiares da gestante deem conselhos que não são embasados pela ciência, nem recomendados pelos médicos. E, por isso mesmo, não funcionam. Já não é mais recomendado massagear os mamilos ou esfregar buchas e toalhas ásperas nos mamilos. Antigamente, acreditava-se que isso era benéfico porque “calejava” a pele. Mas, agora, já se sabe que tais ideias são mitos e não há estudos científicos que comprovem a eficácia delas. Além do mais, a fricção intensa provoca micro lesões que aumentam o risco de infeções. Para completar, a estimulação das mamas libera ocitocina, o que pode levar à indução do parto prematuro nas gestações de risco.

Durante a gravidez, o banho de sol nos mamilos (de dez a 15 minutos, antes das 10 horas ou após as 16) pode ser uma das maneiras mais eficientes de prepará-los para a amamentação, porque a melanina tende a deixar a pele mais resistente. No entanto, evidências científicas recentes estão começando a provar que essa ideia não é assim tão válida. Em todo caso, a luz solar não traz malefícios ao seio, desde que respeitado o horário seguro de exposição.

Crédito da imagem: iStock

2 ago, 2021

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