14 de setembro, 2021

65% das brasileiras acreditam ser o motivo da infertilidade do casal, diz estudo

Muitos casais que resolvem engravidar pensam que nas primeiras tentativas já irão conseguir o positivo. Porém, não é bem assim que acontece, já que a gravidez depende de uma série de fatores. E, quanto mais o tempo vai passando, mais as mulheres vão ficando preocupadas e se sentindo culpadas por não estarem conseguindo.

Conforme constatou a Famivita em seu mais recente estudo, 65% das brasileiras acreditam ser as responsáveis por não conseguirem engravidar. Principalmente as mulheres dos 35 aos 39 anos de idade, com 66% das entrevistadas. E entre as mulheres que ainda não têm filhos, 69% se culpam por não conseguir engravidar.

É comum as pessoas atribuírem a dificuldade de engravidar à saúde reprodutiva da mulher. Isso, porque existe uma falsa ideia de que o homem sempre tem espermatozoides, portanto, não pode ser infértil. Contudo, metade dos casos de infertilidade é atribuído a condições masculinas. Muitas vezes, a baixa concentração de espermatozoides é a causa de tal insucesso.

E, conforme constatamos, 78% dos brasileiros nunca testou o seu esperma. Fato esse que tem relação com o alto custo dos exames de análise do sêmen, e por isso, muitas vezes, acaba-se não chegando à real causa da dificuldade em engravidar. O percentual de parceiros que nunca testaram o esperma é maior entre os homens dos 25 aos 29 anos de idade, com 81% dos participantes.

Já os dados entre estado, demonstram que, a Paraíba é o estado em que mais homens já testaram seu sêmen, com 30% da população. No Rio de Janeiro e em São Paulo, o percentual é de 24% dos parceiros que já testaram. E o estado com o menor número de testes de sêmen, é Santa Catarina, com 13% dos entrevistados.

Além do alto custo dos testes de sêmen, para o homem, muitas vezes, é desconfortável ter que ir à uma clínica fazer o espermograma. Portanto, nada melhor do que poder fazer o teste em casa, hoje existem autotestes rápidos. Eles precisam detectar, de forma quantitativa, uma concentração igual ou superior a 15 milhões de espermatozoides por mililitro, a quantidade mínima considerada como normal pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Sendo possível, assim, detectar eventuais problemas com a fertilidade masculina, também.

Crédito da imagem: iStock

14 set, 2021

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