2 de agosto, 2023

Câncer de pulmão: prevenção, sintomas e tratamento

O câncer de pulmão é uma doença grave que afeta milhões de pessoas em todo o mundo. Sendo o tipo de câncer mais comum e um dos mais letais, estima-se que ele seja responsável por cerca de 11,6% de todos os casos de câncer diagnosticados em todo o mundo. No Brasil, de acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o câncer de pulmão é o segundo tipo de câncer mais comum em homens e o quarto mais comum em mulheres.

Ainda de acordo com o INCA, fumar é o principal fator de risco associado ao câncer de pulmão, sendo responsável por aproximadamente 85% dos casos da doença. Além disso, a exposição ao fumo passivo, à poluição do ar, ao amianto e a outras substâncias cancerígenas também podem contribuir para o desenvolvimento do câncer de pulmão.

Esse tipo de câncer pode não apresentar sintomas em seus estágios iniciais, o que pode dificultar o diagnóstico precoce. No entanto, à medida que a doença avança, podem surgir alguns sinais, tais como:

Tosse persistente: pode ser seca ou com expectoração sanguinolenta e, especialmente se ela se agrava ao longo do tempo;Falta de ar: dificuldade para respirar ou falta de ar, mesmo com atividades leves;Dor no peito: dor ou desconforto no peito podem ocorrer, muitas vezes resultante da pressão exercida pelo tumor nos nervos ou nas costelas;Rouquidão: mudanças na voz, como rouquidão persistente;Perda de peso inexplicada: perda de peso sem motivo aparente;Fadiga: sensação de cansaço extremo e fadiga.

Tratamento para o câncer de pulmão

O tratamento do câncer de pulmão varia de acordo com o estágio da doença, o tipo de câncer e a condição geral do paciente. As principais modalidades de tratamento incluem:

Cirurgia;Radioterapia;Quimioterapia;Terapias alvo, que são medicamentos que visam especificamente ações de proteínas ou genes específicos envolvidos no crescimento do câncer;Imunoterapia.

É essencial que o tratamento seja individualizado e realizado por uma equipe médica multidisciplinar, incluindo oncologistas, cirurgiões e radioterapeutas, que irão determinar a melhor abordagem para cada paciente.

Além disso, o apoio familiar e de pessoas próximas é fundamental no tratamento, gerando um impacto significativo na qualidade de vida e no bem-estar do paciente durante todo o processo necessário para combater a doença.

Fontes: gov.br/inca / oncoguia.org.br

Crédito da imagem: iStock.com/da-kuk

2 ago, 2023

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