Não são apenas os adultos que recebem o diagnóstico do câncer, as crianças e adolescentes também podem ter de enfrentar a doença. Nas crianças e adolescentes, o câncer costuma dar sinais e se desenvolver rapidamente, por isso é muito importante ficar atento a qualquer alteração tanto física, quanto de comportamento. O diagnóstico precoce da doença faz toda a diferença.
O reconhecimento imediato do câncer infanto-juvenil é difícil, pois os sintomas podem se misturar aos das doenças e ferimentos típicos da infância. Crianças podem ficar doentes ou ter hematomas que podem mascarar os primeiros sinais de câncer, por isso é importante que os pais levem seus filhos ao pediatra, regularmente, além de estarem atentos a quaisquer sinais ou sintomas persistentes.
Os sintomas de câncer infantil mais comuns são:
Dor progressiva;Febre sem causa aparente ou doença que não melhora;Dor de cabeça frequente, e acompanhada de vômito;Alteração repentina de visão;Nódulo ou inchaço incomum;Palidez repentina e perda de energia;Quedas e contusões frequentes;Mancar ao caminhar;Perda de peso repentina e sem explicação.
Estatísticas do câncer infantil
Pesquisas do Instituto Nacional de Câncer (INCA) apontam que o câncer pediátrico (de zero a 19 anos de idade) representa 3% do total da doença em adultos. Já os cânceres do sangue, como a leucemia e o linfoma, estão no topo da lista dos mais recorrentes.
Veja a seguir:
Leucemias: 28%;Tumores do sistema nervoso central (SNC): 26%;Linfomas: 8%;Neuroblastoma: 8%;Tumor de Wilms, dos rins: 6%;Tumores de partes moles: 6%;Tumores ósseos: 5%;Retinoblastoma, nos olhos: 3%.
A boa notícia é que a cura do câncer infantil chega a 70%.
Quando comparado ao adulto, os resultados são muito mais animadores. Com os avanços da medicina, as chances de cura hoje podem chegar até a 70%, considerando todos os tipos.
Fonte: abrasle.org.br
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