Conheça as diferenças entre quimioterapia e imunoterapia
O tratamento do câncer evoluiu de forma significativa nas últimas décadas, trazendo novas possibilidades terapêuticas e ampliando as chances de controle da doença. Entre as abordagens mais conhecidas estão a quimioterapia e a imunoterapia.
Embora ambas sejam utilizadas no combate ao câncer, elas atuam de maneiras diferentes no organismo e possuem características próprias. Saiba mais lendo o texto a seguir.
O que é quimioterapia?
A quimioterapia é um dos tratamentos mais tradicionais contra o câncer. Ela utiliza medicamentos capazes de destruir células que se multiplicam rapidamente, característica comum às células tumorais.
Esses fármacos circulam pela corrente sanguínea e atingem diversas partes do corpo, o que permite tratar não apenas o tumor principal, mas também possíveis células cancerígenas que tenham se espalhado. Por isso, a quimioterapia é considerada um tratamento sistêmico.
No entanto, como também pode afetar células saudáveis que apresentam rápida divisão, como as do cabelo, da mucosa gastrointestinal e da medula óssea, a quimioterapia pode provocar efeitos colaterais como queda de cabelo, náuseas, vômitos, fadiga e alterações na imunidade.
O que é imunoterapia?
Diferentemente da quimioterapia, a imunoterapia não age diretamente destruindo as células tumorais. Seu principal objetivo é estimular o próprio sistema imunológico do paciente a reconhecer e combater o câncer.
Isso porque, em condições normais, o sistema imunológico identifica e elimina células anormais. No entanto, algumas células cancerígenas desenvolvem mecanismos para “driblar” essa defesa natural, e a imunoterapia atua justamente desbloqueando ou fortalecendo essa resposta imune.
Além do mais, por agir de forma mais direcionada, a imunoterapia tende a apresentar um perfil de efeitos colaterais diferente da quimioterapia. As reações podem incluir inflamações em órgãos específicos, alterações cutâneas ou sintomas semelhantes aos de doenças autoimunes, variando conforme o medicamento utilizado.
Qual o tratamento mais recomendado entre imunoterapia e quimioterapia?
Não existe uma resposta única para essa pergunta, pois o tratamento mais recomendado entre imunoterapia e quimioterapia depende de diversos fatores, como o tipo de câncer, o estágio da doença, as características genéticas do tumor e as condições clínicas do paciente.
Cada caso é avaliado de forma individualizada pela equipe médica, que considera evidências científicas, protocolos atualizados e o histórico de saúde da pessoa para definir a melhor estratégia terapêutica.
Existem pessoas que não podem realizar quimioterapia ou imunoterapia?
Sim, existem situações em que a quimioterapia ou a imunoterapia podem não ser indicadas, seja de forma temporária ou definitiva, como para:
- Pacientes com comprometimento grave da medula óssea;
- Pessoas com insuficiência hepática ou renal avançada;
- Indivíduos com doenças autoimunes ativas;
- Pacientes com infecções graves ou sistema imunológico muito debilitado.
Oncoprod: excelência na distribuição de terapias de alta complexidade
Com foco em fornecer medicamentos especializados e soluções logísticas que atendem às necessidades de hospitais, clínicas e instituições de saúde, a Oncoprod atua para apoiar o cuidado integral no tratamento do câncer e outras doenças que exigem terapias sofisticadas. Portanto, não perca tempo e entre em contato conosco.