31 de março, 2026

Imunoterapia e quimioterapia: veja as diferenças

Conheça as diferenças entre quimioterapia e imunoterapia

O tratamento do câncer evoluiu de forma significativa nas últimas décadas, trazendo novas possibilidades terapêuticas e ampliando as chances de controle da doença. Entre as abordagens mais conhecidas estão a quimioterapia e a imunoterapia

Embora ambas sejam utilizadas no combate ao câncer, elas atuam de maneiras diferentes no organismo e possuem características próprias. Saiba mais lendo o texto a seguir.

O que é quimioterapia?

A quimioterapia é um dos tratamentos mais tradicionais contra o câncer. Ela utiliza medicamentos capazes de destruir células que se multiplicam rapidamente, característica comum às células tumorais.

Esses fármacos circulam pela corrente sanguínea e atingem diversas partes do corpo, o que permite tratar não apenas o tumor principal, mas também possíveis células cancerígenas que tenham se espalhado. Por isso, a quimioterapia é considerada um tratamento sistêmico.

No entanto, como também pode afetar células saudáveis que apresentam rápida divisão, como as do cabelo, da mucosa gastrointestinal e da medula óssea, a quimioterapia pode provocar efeitos colaterais como queda de cabelo, náuseas, vômitos, fadiga e alterações na imunidade.

O que é imunoterapia?

Diferentemente da quimioterapia, a imunoterapia não age diretamente destruindo as células tumorais. Seu principal objetivo é estimular o próprio sistema imunológico do paciente a reconhecer e combater o câncer.

Isso porque, em condições normais, o sistema imunológico identifica e elimina células anormais. No entanto, algumas células cancerígenas desenvolvem mecanismos para “driblar” essa defesa natural, e a imunoterapia atua justamente desbloqueando ou fortalecendo essa resposta imune.

Além do mais, por agir de forma mais direcionada, a imunoterapia tende a apresentar um perfil de efeitos colaterais diferente da quimioterapia. As reações podem incluir inflamações em órgãos específicos, alterações cutâneas ou sintomas semelhantes aos de doenças autoimunes, variando conforme o medicamento utilizado.

Qual o tratamento mais recomendado entre imunoterapia e quimioterapia?

Não existe uma resposta única para essa pergunta, pois o tratamento mais recomendado entre imunoterapia e quimioterapia depende de diversos fatores, como o tipo de câncer, o estágio da doença, as características genéticas do tumor e as condições clínicas do paciente. 

Cada caso é avaliado de forma individualizada pela equipe médica, que considera evidências científicas, protocolos atualizados e o histórico de saúde da pessoa para definir a melhor estratégia terapêutica.

Existem pessoas que não podem realizar quimioterapia ou imunoterapia?

Sim, existem situações em que a quimioterapia ou a imunoterapia podem não ser indicadas, seja de forma temporária ou definitiva, como para:

  • Pacientes com comprometimento grave da medula óssea;
  • Pessoas com insuficiência hepática ou renal avançada;
  • Indivíduos com doenças autoimunes ativas;
  • Pacientes com infecções graves ou sistema imunológico muito debilitado.

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31 mar, 2026

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